quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Tudo o que eu devia saber na vida, aprendi no jardim de infância, de Robert Fulghum "

A sabedoria não se encontra no topo de nenhuma montanha, nem no último ano de um curso superior. É num pequeno monte de areia do recreio do jardim de infância que se pode aprender tudo o que é necessário saber na vida:
partilhar; respeitar as regras do jogo, não bater em ninguém, guardar as coisas nos lugares onde estavam, manter tudo sempre limpo, não mexer nas coisas dos outros, pedir desculpa quando se magoa alguém; viver uma vida equilibrada: estudar, pensar, desenhar, pintar, cantar, dançar; brincar, trabalhar, fazer de tudo um pouco todos os dias. É o que nós temos de fazer!!! Afinal, o segredo de uma vida feliz está nas pequenas verdades do dia a dia!”


A PALAVRA

As palavras escritas: possuem um magnetismo especial, libertam, acalantam, invocam emoções. Elas possuem a capacidade de em poucos minutos cruzar mares, saltar montanhas, atravessar desertos intocáveis.

Muitas vezes, infelizmente, perde-se o Autor, mas a mensagem sobrevive ao tempo, atravessando séculos e gerações. Elas marcam um momento que será eternamente revivido por todos aqueles que a lerem.

Viva o amor com palavras faladas e escritas, mate saudades, peça perdão, aproxime-se, recupere o tempo perdido, insinue-se, alegre alguém, ofereça um simples "bom dia", faça um carinho especial.

Use a palavra a todo instante, de todas as maneiras. Sua força é imensurável.Lembre-se sempre do poder das palavras. Quem escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo.

Sugestão


Faça o seguinte:
Assopre o pensamento triste,
deixe escorrer a última lágrima,
conte até vinte.

Abra então a janela,
aquela que dá para o vôo dos pardais,
procure a luz que pisca lá na frente
(evite as sombras que ficaram lá pra trás).

Ao encontrá-la,
coloque-a dentro do peito
de tal jeito, que possa ser notada
do lado de fora;

acrescente agora uma pitada de poesia,
do tipo que passa por nós todos os dias
e nem sequer consegue ser notada;
aumente o brilho, com toda a intensidade
de que um sorriso é capaz.

A felicidade é o seu limite,
e o paraíso é você mesmo quem faz.

sábado, 13 de outubro de 2007

Visões e interpretações


Uma flor que se beija


- talvez seja a flor, talvez não seja..


.Um olhar perdido no horizonte


- longínquo ou logo ali, defronte...


Um rosto inexpressivo- ausência, disfarce ou um ser cativo...


Uns olhos rasos de água- alegria intensa, dor do corpo ou mar de mágoa...


Uma folha caída- arrancada pelo vento ou largada no fim de vida...


Um gesto suspenso- ira contida, alegria súbita ou clímax de um arco tenso...


Um encolher de ombros- conformismo, indiferença ou cansaço de tantos desassombros...


Uma mão que desliza- ternura que se expressa, ternura que se retrai ou visão imprecisa...


Uma boca entreaberta- palavra de amor, palavra de rancor ou a vontade de um beijo que desperta...


Uma palavra: Fim- de filme, de livro, de vida... desta ideia que nasceu em mim.

Se o coração falasse...


"Dizem que sou músculo... Mentira!...Dizer músculo é dizer pouco,porque amo como um louco,choro e brigo como um meninoe, por mais que o meu destinoseja bombear o sangue,quero amar, até que, exangue,faça as tréguas, peça paz...Quem, do Amor, campo faz,para viver livremente,só vive e fica contente,ultrapassando o limite,por mais que o cérebro lhe ditenormas, cuidados, preceitos...Eu amo, sem preconceitos,amo p'lo bom que é amare, a quem de mim discordar,peço apenas um favor:- Não diga, seja a quem for,que também tem coração,porque isso é pura ilusão...O que tem é tão somente(vou falar-lhe, francamente...)um músculo dentro do peito,que, se ao menos for perfeito,se limita a funcionare, em constante pulsar,faz o que faz um motor...Mas não diga que é Amor,nem diga que é coração...Eu não sou só isso, não...Ser só isso é ser tão pouco,e eu vivo e amo, como um louco!!!... "